Um caramelo, uma cadeira de praia e muito amor: essa é a história do Pippo

Oi, eu sou o Pippo. Ainda sou um bebê de 4 meses embora muito pesado, mas já tenho uma grande história.

Uma das minhas mamães, a Fabi, sonhava comigo há anos. Já a outra, a Caru, dizia que ainda não era a hora… afinal, a casa já era comandada pelos meus dois irmãos gatos rabugentos: o Gato (sim, ele chama Gato) e o Figaro.

Até que um dia, depois de saírem de uma clínica onde planejavam aumentar a família, minhas mamães passaram por uma feira de adoção de uma Ong. E aconteceu o impossível: depois de quatro anos, a mamãe Caru apontou pra mim e disse:
“Se for aquele, eu aceito ter um cachorro.”

E era eu. Um caramelo brasileiro sem raça, mas com detalhes exclusivos: um toque marrom e olhos verdes.

Achei que minha sorte tinha sido só ali, mas ela só estava começando. Quando cheguei em casa, eu era quietinho demais, calmo demais… até minhas mamães descobrirem que eu estava doente. Foram duas semanas de muito medo, cuidado e amor para eu finalmente melhorar.

E aí sim eu pude revelar minha verdadeira personalidade: um filhote bagunceiro, especialista em roubo e destruição de chinelos de todos os tipos, cores e modelos.

No fim, ganhei duas mães, dois irmãos gatos e uma família que me escolheu exatamente no momento em que eu mais precisava.

E eles provavelmente perderam alguns chinelos… mas ganharam amor para vida inteira.

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