Bob

Esse é o Bob. Eu o adotei em 10 de dezembro de 2020, pouco depois do falecimento repentino do meu pai. No início, Bob era muito medroso, passava o tempo escondido embaixo do sofá ou da cama. Com o tempo, foi se acostumando e trouxe alegria para mim e para minha mãe, tornando o luto mais leve e a vida mais suportável. Hoje, ele é cheio de personalidade: arranha o sofá, adora se enfiar em caixas e é extremamente brincalhão e super carinhoso. Tenho um amor imenso e uma gratidão enorme por tudo que ele representa na nossa história.